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A Faculdade Integrada Brasil Amazônia (FIBRA), apresentará em seu auditório, no dia 14 de maio de 2016, às 17h, o espetáculo “O Pequeno Príncipe – Versão Inclusiva”, uma adaptação de Carlos Correia Santos, com Gabriel Rolim e Banda Versivox com entrada franca.

SINOPSE

Uma contação de história musicada ou um show musical com a reinterpretação de trechos de um famoso livro?  Uma performance que une palavra e acordes ou uma leitura dramatizada com música ao vivo? O Versivox mais uma vez assume o compromisso de cruzar fronteiras e formatos para levar ao palco um dos maiores clássicos universais da literatura. O selo criou sua versão para uma obra icônica: O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry.  O projeto se compromete com a causa da inclusão, trazendo como um dos protagonistas o jovem ator Gabriel Rolim, que tem síndrome de down, e ofertando ao público tradução simultânea em Libras e audiodescrição para cegos.

DRAMATURGIA RECOGNITIVA

Os arranjos de cordas e sopro darão o tom das canções compostas pela trupe para abraçar a narração de adaptações de passagens clássicas da obra que conquista gerações ao longo do tempo. “A proposta é bem ao estilo do nosso compromisso de trazer lirismo ao trabalho que fazemos. Compus melodias que emolduram a contação de trechos famosos como a metáfora da rosa, a passagem da raposa, a mensagem sobre cativar. Em meio às canções vou contanto a história do livro junto ao Gabriel e ao público. Ele será meu grande cúmplice em cena. Vamos fazendo essa releitura para a plateia. E, no final, temos uma grande surpresa”, explica Carlos, diretor do Cena Especial e criador e diretor do Versivox.

O artista revela ainda que o espetáculo aposta no que chama de escrita dramatúrgica inclusiva, pesquisa que vem realizando nos últimos tempos. A versão que será apresentada mergulha num recorte específico deste segmento: a dramaturgia recognitiva: “Venho desenhando esse conceito de dramaturgia inclusiva e a classifico de quatro formas: dramaturgia auditiva, voltada para cegos. Dramaturgia visual, voltada para surdos. Dramaturgia tátil, destinada a cegos, surdos e pessoas com déficit físico. E a dramaturgia recognitiva, que procura adaptar a cena ao universo de pessoas com déficit cognitivo como o down e o autista. Tudo isso, no entanto, sem deixar de termos espetáculos atrativos a toda e qualquer pessoa. Com ou sem deficiência. Isso é arte inclusão”, define.

O CENA ESPECIAL

O Cena Especial – Teatro Inclusivo é um projeto de extensão coordenado por Carlos Correia na Fibra. O empreendimento está em seu segundo ano de atividade e tem como premissa a formação de atores inclusivos e a criação de espetáculos sensoriais, montagens que convidem plateias a viverem sensações ligadas aos universos das deficiências físicas e/ou cognitivas. O projeto reúne pessoas com e sem deficiência. E mantém o primeiro grupo inclusivo de teatro da região Norte.

O espetáculo de estreia criado e apresentado pelo Cena Especial, em 2015, foi o experimento “Pelos Olhos Dela”, que leva o público a mergulhar no universo da cegueira.

O VERSIVOX

Um selo litero-musical criado para celebrar a Literatura, levando-a para outros suportes, como a música, o teatro e o ambiente audiovisual. Essa éa premissa básica do projeto Versivox, desenvolvido pelo poeta Carlos Correia Santos. A ideia é simples, mas foge do lugar comum. Bases musicais, experimentos cênicos e videográficos são criados para emoldurar obras literárias autorais ou clássicas. Tudo com intuito único dar mais valor e mais colorido às letras e, assim, provar que a arte literária é dinâmica, viva e acessível.

“Estamos fazendo um estudo que se situa no limite entre o show cênico musical, declamação poética e narração literária. Mais que tudo, no entanto, é um projeto para celebrar a Literatura. Somos jograis modernos, trovadores contemporâneos”, afirma Correia. E ele explica ainda que a proposta do Versivox é mostrar que saraus podem ter uma feição diferenciada, jovial. “Queremos, muito abusadamente, fazer o grande público se reaproximar da recitação. Nosso compromisso é mostrar que os saraus de podem ser plugados, cênicos. Nosso desejo é ter nas plateias gente de toda idade. Especialmente os jovens, que andam tão distantes da arte das letras”. 

Serviço: O Pequeno Príncipe, um show lítero-musical inclusivo do selo Versivox em parceria com o projeto Cena Especial – Teatro Inclusivo. Baseado na obra de Antoine de Saint-Exupéry. Com tradução simultânea em Libras e audiodescrição para cegos. Dia 14.05, às 17h, no auditório da Fibra. Entrada franca.

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