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A Faculdade Integrada Brasil Amazônia – FIBRA, apresentará em seu auditório, nos dias 15, 16 e 17 de abril de 2016, às 20h, o espetáculo "Breg Story", uma dramaturgia de Carlos Correia Santos, com direção de Maíra Monteiro. É uma oportunidade de revisitar a Belém dos anos 80 ao som de bregas inesquecíveis. Ingressos: R$ 20,00 (meia para estudante) e R$ 5,00 (aluno da FIBRA).

  • DIREÇÃO: MAÍRA MONTEIRO
  • DATA: 15, 16 e 17 de abril/2016
  • LOCAL: AUDITÓRIO DA FIBRA
  • INGRESSOS: R$ 20,00 (meia para estudante) R$ 5,00 (alunos da FIBRA)
  • ATIVIDADE COMPLEMENTAR: 4h

RELEASE

Sucesso estrondoso de público em sua estreia, em janeiro deste ano, volta ao cartaz de 15 a 17 de abril, sempre às 20h, no auditório da Fibra (Gentil, 1144, entre Generalíssimo e 14), a comédia romântica musical Breg Story, escrita por Carlos Correia Santos e dirigida por Maíra Monteiro. Os ingressos custam R$20,00 com meia para estudantes. Alunos da Fibra pagam ingresso promocional de R$ 5,00. O espetáculo conta com recurso de tradução simultânea em Libras, tornando-o acessível ao público surdo.

 A montagem traz no elenco Brendon Mac (Teddy Max), Raissa Gama (Kelly), Waldiney Velasco (Alípio), Maíra Monteiro (Francis), Carlos Correia Santos (garçom cantante) e Ana Carla Pinho (garçonete cantante). O selo musical é assinado pela RetrôBanda com Alejandro Segóvia (guitarra), Luciano Camara (bateria eletrônica), Marcos Saraiva (baixo) e Tabita Veloso (violão). Tradução simultânea em Libras feita por Ozivan Perdigão.

ENREDO

Criada por Correia para homenagear o momento em que se celebra os 400 anos da capital paraense, a dramaturgia conta a história de amor entre Kelly, uma menina da periferia de Belém, que adora a música brega, e Teddy Max, um jovem de família abastada de bairro nobre da capital paraense, estudante de música erudita. Eles se conhecem se apaixonam, mas a pergunta é: as diferenças sociais e culturais impedirão esse amor? O espetáculo faz um passeio pela geografia de Belém e tem como costura clássicos do brega dos anos 80, como “Ao Por do Sol”, “Agora Eu Sei” e “Minha Amiga”.

Um passeio nostálgico pela geografia sonora da cidade, o abraço musical tem a estratégia de capturar os corações de gerações saudosistas, mas também é uma forma de mostrar às novas gerações os primórdios de um gênero hoje tão celebrado como marca cultural nacional do Pará, de Belém 

PRODUÇÃO INDEPENDENTE

O espetáculo volta aos palcos numa produção independente. Sem vínculos de patrocínio com nenhuma marca e contando apenas com o apoio da Fibra. “Mesmo com todo o sucesso da nossa estreia, não conseguimos contar com nenhum patrocínio formal. É a eterna realidade de luta da produção cultural paraense”, explica Carlos Correia, que, além de autor, ator e cantor da montagem, é o produtor do projeto. “Decidimos não deixar a peteca cair e resolvemos trazer de volta o espetáculo que tanto afeto despertou no público. Mesmo com dificuldades, como a falta de apoio para uma luz cênica mais apurada, vamos colocar com todo o amor do mundo nossa peça no palco querido da Fibra, que é nossa única apoiadora. Aliás, toda nossa gratidão a Fibra que nos recebeu de portas abertas, cedendo palco, estrutura de som e camarins”.

INCLUSÃO

A aposta na presença de um interprete de Libras no palco, traduzindo texto e canções ao vivo para espectadores surdos, é mais um passo que Correia dá na produção teatral local para garantir o direito de pessoas com deficiência à inclusão cultural. Especialista em Educação Especial com Ênfase na Inclusão, pós graduando em Psicopedagogia Clínica e criador do primeiro grupo teatral inclusivo da Região Norte, o artista tem se dedicado a ofertar opções de acessibilidade em seus espetáculos todos. “Isso não é um favor que fazemos. É uma obrigação. Inclusão é uma questão de direito irrestrito. Não são as pessoas com deficiência que precisam se adequar à sociedade, mas a sociedade que precisa se adequar à causa da inclusão”.

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Coordenadoria de Investigação Científica, Pós-Graduação e Extensão.

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